
O começo do fim de um blog, é quando vc começa a postar seus trabalho acadêmicos. Por que você deixa muito claro que já não tem mais tempo pra ele =/
Oi mosquinhas... Alguém ainda vem aqui?
Antes era o oeste da Pangea, hoje o novo mundo é terra de americanos, a América de um Vespúcio espanhol que nomeia um continente onde os chamados “americanos” falam inglês, onde o restante dos americanos são índios. Índios sem cocares que vivem numa selva de pedras, ou melhor, de miséria na América central, e outros que vivem ou viverão sem matas ao sul. O continente de litoral privilegiado, de interior tudo junto e misturado, onde reina a miscigenação conseqüente de colônias, escravos, imigrantes, culturas que vão além de fronteiras.
A 2ª maior massa de terra do planeta que tem ao extremo norte a Groelândia que hoje é branca. Já foi nome de novela da globo, cenário de novelas dramáticas compradas pelo SBT, além abrigar hollywoody. Somo da América vítima da aculturação negativa, onde se perde os valores de cada população em prol de uma tal de globalização.
Do centro ao sul, somos os estereótipos que o mundo nos dá, somos aquela festa pra aquela santa dos mil nomes, somos ocidentais, fomos índios, colonizados, nos tornamos independentes (uns nem tanto, outro nem tão pouco), tivemos ditadores, e dores de qualquer forma - não necessariamente nessa ordem - e hoje somos mão-de-obra, matéria-prima, somos usuários do ar limpo pela floresta amazônica, somos poluidores do mundo e somos como em todo lugar se analisado, majoritariamente pobres economicamente, ou emergentes, chamem como quiser, somos generalizados.
Um pouco acima do centro os estadunidenses (e Cia), a exceção americana de Rooselvet, Bushs, Obama e Osama, mas a culpa não é deles, porque assim como no significado lingüístico, eles são norteadores, sejam por ditar as regras ou viverem no norte, mas enfim, isso é um sinônimo histórico.
Na América ninguém sabe explicar, ninguém viu como pirâmides semelhantes as do Egito vieram parar aqui, pra onde foram os barcos e aviões que entraram nas bermudas, ou os imigrantes mexicanos que tentavam atravessar a fronteira estadunidense.
Somos a América da festa, e ela começa com os mosqueteiros sul-americanos, um índio sem apito, um comunista maluco e egocêntrico, um ditador utópico e um rostinho bonito à lá namorado da Barbie, frutos podres de revoluções armadas, claro em duplo sentido, a América dividida em dois, três, quatro continentes, para esclarecer uma só origem que ainda não se sabe se veio pelo estreito de Bering, ou por algum disco voador dos ares!